Mostrando postagens com marcador aniversario. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aniversario. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de maio de 2015

3º mesversário de blog

Olá galera, 
primeiramente gostaria de agradecer a todos os colaboradores e, principalmente, a vocês que acessam esse humilde blog. Já são três meses desde a primeira postagem e. com exceção do comecinho, todos os dias teve atualização. Foram criadas as colunas "Conto um conto". "TecnoBorguete", "Questão de Opinião", "Frase da semana" e "Música para o FDS" que vem preenchendo o calendário. Algumas colunas, como a "Mestre Luca" e do Betão, AINDA não engrenaram, mas estamos nos esforçando para tal.

Alguns números são interessantes, já foram registrados 1609 acessos de 9 países diferentes (essa internet é maravilhosa, alguns caem aqui e nem sabem o porquê). E a postagem com mais acesso foi a primeira do TecnoBorguete, com 71 acessos.




NOVIDADES
Em comemoração a esse "mesversário" lançamos o e-mail próprio:

e-mail blog - papoclassea@gmail.com

Através desse e-mail o internauta amigo que não tenha o contato direto comigo, ou algum dos colaboradores, poderá enviar sugestões de tema para alguma das colunas, ou mesmo assuntos variados para abordagem do blog, como eventos culturais ou esportivos que ocorrerão, ou resenha dos ocorridos. 

Estamos trabalhando com algumas novas colunas que estão sendo preparadas e novos colaboradores sendo contratados. Se eu fosse você, nobre colega, continuaria acompanhando o blog, porque muita coisa ainda está por vir.

segunda-feira, 23 de março de 2015

#betaoescreveumapramim - Aniversario do Carlão, parabéns

     Ribeirão Preto, Escola Estadual Professora Amélia dos Santos Musa, lá pelo final da década de 90 e começo de 2000, numa sala normal, de uma escola normal, vivia-se intensamente uma amizade que hoje tem duas décadas, algo não tão normal nos dias de hoje.

     Confesso que não me lembro quem cunhou a expressão “parênteses” para adjetivar e resumir uma ligação muito forte. Sempre fomos todos muitos unidos, mas existiam os “parênteses”, que eram nada mais do que aqueles dois caras que conviviam mais, que por um período experimentaram uma aproximação legal, tiveram uma vivência mais próxima; alguns num período de tempo curto, outros num período de tempo mais alongado, não importa, pelo período que durou a união formada por esse tal de “parênteses” era foda!
     O mais interessante era que, diferentemente de toda zueira nossa, essa tinha um lado carinhoso, não tinha apelo sexual, ninguém era viado por ser “parêntese” com o outro, pelo contrário, tínhamos até orgulho de ter com o outro essa aproximação. Eu e sicha (pelo tempo que passávamos juntos na escola e na escola de música), Carlão e Marquim (pelo tempo da escola e da academia), Luca e Rafa (unidos até hoje por uma capacidade incrível de zuar), Gordo e Pamonha (esse tinha um / no meio que era o borguete), formavam alguns dos muitos parênteses que surgiram nesse período, mas na realidade a classe A toda sempre foi um parênteses, que foi se alongando, se expandido pra além das fronteiras da sala do tempo e da escola.
     Refletindo esses dias sobre essa zueira, cheguei à conclusão que inocentemente inventamos uma metáfora muito significativa. Segundo o Wikipédia, parenteses “(do grego παρένθεσις, "inserção") são utilizados para interpor uma palavra, expressão ou frase num texto para adicionar informação, normalmente explicativa, mas não essencial. A característica fundamental dos parênteses é não afetar a estrutura sintática do período em que é inserido.” A história do mundo é feita por meio de parênteses: família, amigos, vizinhos, amores, todos os tipos de relações humanas são parênteses, são pontos isolados que dão sentido a essa complexidade louca chamada vida.
     Essa exposição toda é para chegar a uma pessoa, a um cara que pra mim não só faz parte desse parênteses, ele é em essência o próprio ( ). Sem ele talvez não existisse Classe A e amigos como ela é hoje. Porque sem ele não teríamos aquele ponto de encontro depois das aulas, não teríamos o sagrado fute, não teríamos os muitos churras em sua casa, não teríamos aquele ser simples e humilde que agrega, que nos fortalece.
     Nós todos temos muitas diferenças, discussões, alguns períodos longe uns dos outros, mas quem discute, briga, consegue ficar muito tempo longe do Carlão? Sei que somos mais que amigos, somos uma família, mas pro Carlão é diferente, a classe A é a primeira família dele, sinto que nos dissolvemos juntamos com a Silvania, seus maravilhosos filhos Helena e Victor, seu pai e seu irmão, e nos tornamos a família dele, não é questão de importância, ninguém nunca será mais importantes que essas figuras pra ele, não, não é isso. Carlão é o cara que todo mundo chega em sua casa sem avisar, que todo mundo faz questão de visitar, porque o Carlão resume bem o que é a Classe A.

      Estar perto dele é de alguma forma estar perto de todos, e quando ele não está é como se faltassem os ( ). Hoje esse cara faz 30 anos e em duas décadas dessa vida sensacional, desse irmão pelo qual tenho uma paixão incrível, eu pude estar presente. Vou quebrar o protocolo, não te darei parabéns, porque o felizardo sou, somos nós que podemos fazer parte da sua vida, que temos sua casa como a nossa, sua família como a nossa, sua dor, seu sorriso, suas conquistas, suas dificuldades, tudo compartilhado nos foi compartilhado. Te agradeço do fundo do coração meu irmão! Hoje no dia que você completa 30 anos nós somos os presenteados! Parabéns Classe A, nós temos o Carlão...não dá pra continuar...Te amo!

Escrito por Humberto J. Bis